sábado, 3 de agosto de 2013

sorry


sometimes








every time


.















Ilusão


Eu pensei. Pensei , mas pensei mesmo! Afinal, não passou de um pensamento, de uma imaginação, de um sonho. Pensei que as coisas estivessem diferentes, tivessem mesmo mudado... eu pensei que estivesse diferente, pensei que conseguia e que podia ser feliz. Pois, enganei-me. A minha auto-estima está outra vez a nível 0... realmente, já estavam a passar quase 2 meses que estava bem.. estava tudo estranho. Mas claro, como sempre, aconteceu algo que estragou tudo. 
Como é que eu me pude deixar levar desta maneira? Como pude eu pensar que alguém gosta mesmo de mim? Como pude eu pensar que afinal havia beleza em mim; pensar que alguém, por ventura, poderia querer estar comigo e achar-me uma pessoa maravilhosa? A resposta é não sei
Não sei como me deixei levar desta maneira... Afinal, não passo de uma simples rapariga, com grandes defeitos físicos e psicológicos.
Estou a sentir-me tão parva, tão estúpida, tão ignorante... Estava tão iludida. Realmente, pensar que alguém podia gostar mesmo de mim e queria mesmo estar comigo era um erro, uma ilusão.
Sinto-me trocada. Sinto-me mal. Sinto-me incapaz, inútil. 
Afinal  , não passou tudo de uma ilusão. 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

true, true , true .

“Pensas que é o fim do mundo, mas não é. Achas que a tua dor é a pior de todas as dores já existentes, mas estás enganado. Fácil é sofrer, passar dias trancado no quarto, chorar até que a última gota do seu corpo se esgote. Difícil é superar. E mais difícil ainda é se convencer de que superou. Fácil é acabar com a vida para acabar com a dor, difícil mesmo é levantar todos os dias com um buraco no peito e colocar a roupa de existir, sempre com um sorriso na cara. Dizer que está bem é fácil, complicado é estar. Ouvir aquela música, sentir aquele cheiro e visitar aquele lugar parecem ser coisas que ardem o fundo da alma, porque as lembranças doem como álcool em ferida aberta. Mas a verdade é que não sentir mais nada dói bem mais. O fim de um sentimento é mais triste do que o seu fim propriamente dito. É mais difícil enterrar histórias, momentos e sorrisos à enterrar-se. Enquanto ainda há uma faísca em meio ao fogo apagado, de certa forma, também ainda há importância. Sofrer por te importares é natural, estranho é sofrer por não fazeres mais diferença alguma. Continuar dentro de uma bolha de solidão e sofrimento é escolha tua, assim como lutar para sair dela também. Fácil é olhar a vida passando e ficar estático no mesmo lugar, amargurado, desiludido, cabisbaixo. Difícil é assumir que está no fundo do poço e, sim, precisa de ajuda. Difícil é estufar o peito e não te deixares afetar por nada. Fácil é chorar pela cicatriz adquirida, difícil é aceita-la como uma tatuagem interna que faz parte de ti.